Consultoria Completa para Projetos de Carbono no Brasil

Aviso. Este conteúdo é informativo e geral. Em projetos de carbono, resultados dependem de evidências, regras do padrão e do registro escolhidos, auditorias de terceiros, cronogramas de campo e revisão jurídica.

Consultoria Completa para Projetos de Carbono no Brasil

No Brasil, o gargalo raramente é “ter uma ideia”. O gargalo é transformar a ideia em um projeto auditável, com direitos claros, MRV consistente, documentação bem controlada e uma rota de emissão e venda que realmente fecha.

Entregamos suporte ponta a ponta, do primeiro filtro de viabilidade até a primeira emissão e preparação para comercialização, com disciplina de evidência e foco em execução.

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O Que “Full Scope” Significa na Prática

Consultoria completa não é produzir um PDF bonito. É organizar um projeto para passar por validação e verificação, emitir créditos em registro com rastreabilidade e suportar diligência de comprador. Isso exige método, controles e um arquivo coerente do início ao fim.

  • Viabilidade e enquadramento: triagem de elegibilidade, desenho do projeto, tese econômica e cronograma realista.
  • Metodologia e baseline: seleção de padrão e metodologia, modelagem de linha de base, adicionalidade, vazamento e permanência.
  • Arquitetura de MRV: plano de dados, governança de evidências, rastreabilidade, QA/QC e consistência de versões.
  • Documentação do projeto: escrita e consolidação do dossiê técnico conforme as exigências do programa.
  • Gestão do ciclo de auditoria: preparação, resposta a achados, coordenação com validadores e verificadores.
  • Registro, emissão e evidência: preparo para onboarding, fluxo de emissão e evidência documental para compradores.
  • Preparação para venda: posicionamento comercial, especificações do crédito e prontidão de settlement para OTC.

Para entender o processo completo no Brasil, veja: Como gerar créditos de carbono no Brasil.

O Que Diferencia o Brasil em Diligência

Projetos brasileiros podem ser excelentes, mas precisam lidar com temas que compradores e auditores testam com rigor: direitos, governança local, consistência cadastral e rastreabilidade de dados. Se esses pontos não estiverem sólidos, o projeto perde tempo e preço.

  • Direitos e controle do ativo: cadeia de titularidade, autorizações, contratos com terceiros e gestão de conflitos.
  • Consistência cadastral e evidências públicas: em projetos de uso da terra, diligência frequentemente cruza informações do CAR e bases públicas.
  • Dados de desmatamento e monitoramento: robustez de evidência e coerência com fontes de monitoramento.
  • Salvaguardas e stakeholders: consentimento, benefícios, governança e mecanismos de reclamação quando aplicável.
  • Conformidade ambiental: entendimento claro de licenças, condicionantes e responsabilidades.

Referências públicas frequentemente usadas em evidência: Cadastro Ambiental Rural (CAR) , TerraBrasilis (INPE) , Licenciamento Ambiental (IBAMA).

Fluxo de Trabalho que Evita Retrabalho

O objetivo é reduzir surpresas na auditoria e acelerar o caminho até a emissão. A sequência abaixo é a que tende a funcionar em projetos sérios, especialmente quando a governança documental começa cedo.

  • 1) Triagem executável: elegibilidade, direitos, dados disponíveis e travas prováveis.
  • 2) Viabilidade e orçamento: custo total, timeline e sensibilidade de preço.
  • 3) Metodologia e desenho: baseline, adicionalidade, riscos e mitigantes.
  • 4) MRV e dados: instrumentos, rotinas e trilha de evidência.
  • 5) Dossiê técnico: documentação alinhada ao padrão e consistente com o plano de campo.
  • 6) Validação e verificação: gestão de auditoria e respostas até o fechamento.
  • 7) Emissão e preparação comercial: especificação do crédito, evidência e prontidão para offtake/OTC.

Para ciclo de certificação e auditoria, veja: Carbon Credit Certification Process e Carbon Project Feasibility Studies.

FAQ

Vocês garantem emissão ou venda?

Não. O trabalho aumenta a probabilidade de execução por meio de evidências e disciplina, mas emissão e venda dependem de auditorias de terceiros, regras do programa, cronograma de campo e apetite do comprador.

Quanto tempo até a primeira emissão?

Depende do tipo de projeto, dados históricos, maturidade do ativo e agenda de auditoria. O erro comum é assumir velocidade sem governança documental e MRV prontos.

Preciso decidir o padrão já no começo?

Quanto mais cedo, melhor, porque a metodologia define o tipo de evidência e o desenho do MRV. Ainda assim, uma triagem bem feita pode testar caminhos antes de travar uma rota.

Vocês entram em projetos no Brasil todo?

Sim, sujeito à natureza do ativo, dados disponíveis, direitos e cronograma. Se os fundamentos não estiverem sólidos, a recomendação costuma ser corrigir o projeto antes de buscar auditoria ou mercado.

Como começa um mandato?

Com triagem de executabilidade e definição de escopo por etapa: viabilidade, metodologia e MRV, documentação, auditoria e preparação comercial.

Em projetos no Brasil, o que passa em auditoria é o que sustenta venda: direitos claros, MRV consistente, trilha de evidência e documentos coerentes. Consultas podem ser apoiadas por Amanda Martins, baseada em Genebra, com mais de 10 anos de experiência em projetos complexos, modelagem financeira, estudos de viabilidade e análise de cenários, incluindo trabalho em carbono desde triagem até emissão e preparação comercial, com familiaridade com padrões como Verra e Gold Standard. Formação inclui Harvard Business School (Sustainable Business Strategy) e Fundação Getulio Vargas (Strategic Carbon Management).

Agende uma consulta para alinhar tipo de projeto, evidências, cronograma e rota de comercialização com padrão de execução.

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Divulgação. Este material não é aconselhamento jurídico, tributário, contábil ou regulatório. Requisitos definitivos dependem do padrão, do registro e da documentação aplicáveis, e devem ser revisados por assessoria qualificada.